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Ninguém é feliz longe do amor.

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Hoje trago-vos um texto de um dos autores que muito admiro. Sou fã das crónicas semanais e por isso as partilho muitas vezes convosco.  Espero que gostem! Para sermos felizes, o amor faz quase tudo e nós quase nada. Mas o amor só dá o seu quase tudo depois de nós darmos o nosso quase nada. O amor é a semente viva do nosso sangue. Aquilo que faz com que entreguemos o que somos e temos. Tudo. A vida e o tempo, sem atrasos ou grandes dúvidas. O amor é um reconhecimento de mim no outro e do outro em mim. Contemplar as profundidades escondidas do coração é admirar o céu que existe no mais íntimo do íntimo de todas as pessoas. É aí que se esconde e se revela o divino em cada um de nós. O amor exige-nos tudo. O nosso tudo que é pouco face ao tudo que será nosso se formos capazes de amar. Esperando contra todos os desesperos e sonhando apesar de todas as angústias. Quando alguém ama torna-se livre. Voa, por fim, aliviado do peso das coisas insignificantes a que tantos chamam esse...

Emendar ou remendar a nossa vida?

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Eis uma questão que muitas vezes coloco. Quando erramos ou fazemos alguma coisa que nos arrependemos mais tarde temos a tendência em remendar o sucedido, o certo é que muitas vezes voltamos a repetir o mesmo erro duas, três, quatro vezes... se o tivéssemos emendado não o teríamos repetido? Ou tínhamos?  O José Luís Nunes responde a esta questão na sua crónica desta semana, que transcrevo de seguida e coloco a negrito as questões com que me identifico. A verdade é que desde que assumi algumas das minhas fragilidades cicatrizei algumas feridas e isso foi fulcral na minha vida. As cicatrizes permanecerão, mas a ferida não estará aberta e não continuará a incomodar-me assim seja essa a minha vontade. As aparências e mentiras com que, por vezes, somos tentados a esconder as feridas abertas das nossas fraquezas são remendos.  Quando algo nos fere, rasga ou estraga, o importante é trabalhar nisso, com tudo o que resta, respeitando sempre a nossa integridade anterior e ...

A disciplina de EMRC na escola

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Leio com frequência crónicas de opinião do DN, do Público e da Visão.  Hoje de manhã, andava a vaguear pelo meu feed do facebook e deparo-me com esta crónica da Fernanda Câncio, o título chama-me a atenção, abro e leio a crónica que também podem ler aqui .  Eis a minha opinião: vivemos num estado laico e nenhuma religião nos deve ser imposta, no entanto, somos um país com tradição maioritariamente católica, e por isso mesmo nas escolas ainda se mantém a disciplina de EMRC (Educação Moral Religiosa Católica).  Não é obrigatória, e para além disso é colocada no horário das turmas no início ou no fim das aulas, o que leva muitos alunos a nem sequer a escolherem porque querem sair mais cedo ou dormir mais de manhã.  A disciplina de EMRC muito pouco tem de catolicismo, as minhas aulas sempre foram mais de ética e cidadania e era o lugar onde se debatiam assuntos como a eutanásia (tal como a autora refere na crónica) e se incentivava o pensamento crítico, nomeada...

...amor.

Hoje li este texto e não poderia deixar de partilhá-lo porque é tão bom... Leiam, leiam mesmo!!! Vale muito a pena! Se já admirava o autor, ainda admiro mais! Resto de bom fim-de-semana! O AMOR NÃO ACONTECE. DECIDE-SE.  Há quem julgue que o amor é alheio à vontade humana, algo superior que elege, embala e conduz… e que quase nada se pode fazer perante tamanha força. Isso é uma mera paixão no seu sentido menos nobre. E, nesse caso, sim, o amor acontece... Ao contrário, amar é estar acima das paixões e dos apetites. Mesmo quando o amor nasce de uma espontaneidade, resulta de um claro discernimento. O amor decorre de uma decisão. De um compromisso. Constrói-se de forma consciente. Através do heroísmo de alguém livre que decide ser o que poucos ousam. Escolhe para fim de si mesmo ser o meio para a felicidade daquele a quem ama. Sim, decide-se amar e, sim, decide-se a quem amar. O amor autêntico é raro e extraordinário, embora o seu nome sirva para quase tudo... a maior...

Pensamento para esta semana!

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Em lista de espera...

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Aquilo que leio por ai, aquilo que me toca, aquilo com que me identifico #01

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"O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais, há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesmo compreendo, pois estou longe de ser uma pessimista; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que se não sente bem onde está, que tem saudades... sei lá de quê!" Florbela Espanca