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Ninguém é feliz longe do amor.

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Hoje trago-vos um texto de um dos autores que muito admiro. Sou fã das crónicas semanais e por isso as partilho muitas vezes convosco.  Espero que gostem! Para sermos felizes, o amor faz quase tudo e nós quase nada. Mas o amor só dá o seu quase tudo depois de nós darmos o nosso quase nada. O amor é a semente viva do nosso sangue. Aquilo que faz com que entreguemos o que somos e temos. Tudo. A vida e o tempo, sem atrasos ou grandes dúvidas. O amor é um reconhecimento de mim no outro e do outro em mim. Contemplar as profundidades escondidas do coração é admirar o céu que existe no mais íntimo do íntimo de todas as pessoas. É aí que se esconde e se revela o divino em cada um de nós. O amor exige-nos tudo. O nosso tudo que é pouco face ao tudo que será nosso se formos capazes de amar. Esperando contra todos os desesperos e sonhando apesar de todas as angústias. Quando alguém ama torna-se livre. Voa, por fim, aliviado do peso das coisas insignificantes a que tantos chamam esse...

Emendar ou remendar a nossa vida?

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Eis uma questão que muitas vezes coloco. Quando erramos ou fazemos alguma coisa que nos arrependemos mais tarde temos a tendência em remendar o sucedido, o certo é que muitas vezes voltamos a repetir o mesmo erro duas, três, quatro vezes... se o tivéssemos emendado não o teríamos repetido? Ou tínhamos?  O José Luís Nunes responde a esta questão na sua crónica desta semana, que transcrevo de seguida e coloco a negrito as questões com que me identifico. A verdade é que desde que assumi algumas das minhas fragilidades cicatrizei algumas feridas e isso foi fulcral na minha vida. As cicatrizes permanecerão, mas a ferida não estará aberta e não continuará a incomodar-me assim seja essa a minha vontade. As aparências e mentiras com que, por vezes, somos tentados a esconder as feridas abertas das nossas fraquezas são remendos.  Quando algo nos fere, rasga ou estraga, o importante é trabalhar nisso, com tudo o que resta, respeitando sempre a nossa integridade anterior e ...

... agradecer a vida

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Agradecer a vida e a oportunidade que cada novo dia nos dá é meio caminho andado para sermos felizes. E tudo o que podemos fazer é dar o nosso melhor para aproveitar esta viagem maravilhosa que é a VIDA. Um dia muito feliz para todos!* o fim-de-semana está à porta!

A blogosfera e eu

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Isto do mundo dos blogues começou cedo na minha vida.  Devia ter uns 12 ou 13 anos quando criei um blogue, cujo o nome já nem me recordo bem mas sei que o meu nome não era público e escrevia como "Lua Cheia". Comecei a escrever incentivada por uma professora de Língua Portuguesa. Ao início escrevi em dois diários que ainda hoje guardo com muita estima e que tem pérolas da minha pré-adolescência que são deliciosas de ler, saem-me sempre umas valentes gargalhadas quando as leio! Depois criei este blogue onde colocava alguns poemas que escrevia e alguns textos. Anos mais tarde, criei um outro blogue cujo nome era "Idealizo, logo escrevo", nome esse inspirado na frase de Descartes. Depois tive o blogue "Estou bem onde não estou", e na verdade nessa altura eu queria estar em todo o lado. Não parava. Não sabia o que queria. Queria tudo e não queria nada. Fases inquietantes. A frase veio de uma das minhas músicas preferidas de sempre do António Variações. Em...

...do amor.

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Ontem estive numa formação de animadores organizada pelo SDPJ Coimbra e foi um dia daqueles em que vale mesmo a pena sair de casa... gostei muito de todas as dinâmicas, mas a última deixou-me a pensar. Deixou-nos a pensar.  O que é a afinal o amor? Como o manifestamos? Podemos viver sem ele? Como vamos ao encontro do outro? Como amar e ser amado? O amor dura para sempre?  Muitas foram as perguntas, e muitas foram as respostas possíveis. Alguém dizia que o amor sente-se. Mas o amor também se vive, vive-se em conjunto. Só quando é partilhado é que o amor faz sentido.  Alguém muito importante para mim disse-me num dia muito especial que "o amor não se procura, encontra-se"... e eu quero ir ao encontro do amor, assim ele queira vir ao meu encontro. Deixo-vos também a frase que o meu grupo criou com as palavras que cada um escolheu...  "Na persistência do encontro partilhamos a plenitude da vida" Muitas vezes deixa-mo-nos levar pelo comodismo, não nos esf...

Comer, Orar e Amar

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O título pode parecer um pouco cliché, mas foi basicamente isto que fiz nestes últimos dias... Comi, fui obrigada a mudar ainda mais radicalmente a minha alimentação durante a semana e dizer adeus ao gluten. Orei, com amigos numa oração que preparei para nos juntarmos de novo, pós-Taizé. E amei, amei a vida como só quem se sente bem com ela pode estar... foi um regresso à rotina bom, cansativo, mas gratificante... vão ser semanas árduas até Junho, mas vai ser sem dúvida enriquecedor a vários níveis e com os vários desafios que vou tendo, que vou encontrando e que me vou propondo.  É bom viver. É bom comer. É bom orar. É bom amar.  Sejam felizes! Bom fim-de-semana!* P.S. Já agora, se tiverem oportunidade de ler o livro Comer, Orar e Amar leiam, vale a pena e vale a pena ler antes de ver o filme, mas se já viram leiam na mesma! 

estou de volta, mas quero voltar.

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Este título que dei ao post que hoje vos escrevo pode parecer um pouco contraditório, mas não é. Ir a Taizé foi das melhores experiências que tive a oportunidade de ter. O impacto é grande se nos deixarmos envolver. O lugar, as pessoas, a oração, a fé, as relações... tudo ali o que é mais importante e valorizado é de facto aquilo a que deveríamos dar mais valor no nosso dia-a-dia. As relações humanas são fortalecidas quando nos desprendemos e nos entregamos aos outros sem máscaras, sem medos, sem armaduras que só nos afastam do nosso verdadeiro eu. Ali, naquele lugar mágico deixei-me surpreender pelo belo, o belo da surpresa. Não é fácil aguentar o impacto dos primeiros dias, o impacto da simplicidade, dos pequenos gestos na grandeza das pequenas coisas que tornam a vida um lugar de beleza como nos ensinou Paula Frassinetti. Em Taizé redescobri-me, descobri outros e vim de lá com certezas, dúvidas, inquietações mas com muita vontade de regressar. Conheci pessoas maravilhosas, fiz amig...

Vou só ali e já venho...

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[recarregar baterias] [oração, espiritualidade, reflexão] [entrega, dinamismo, alma, convicção, espírito de grupo] [música, amizade, partilha, descoberta] [fé] [TAIZÉ]